domingo, 17 de março de 2013

Poema

Canto Solene.


Ouço um pequeno e leve barulho 

que forma  em mim distúrbio 

oscilando minha audição.


As noites cativas 

aguardando as batidas 

da orquestra em ermitão.


Sou canoeiro sou

Sou pescador de morada,

esperando portanto a canção

que desengana e mim acalma.


O barulho do mar 

que me reluz sem pensar  

me enganando com suas rimas

me fazendo ressuscitar 

as palavras que vinham de cima.


Sou canoeiro sou 

descendente de um bom pescador 

que hoje descansa em paz.



Ariel Pereira

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